Anos 20 e 30
As mãos do fazer cortar. Entre guilhotinas de fios, o aposento
do cliente ficou mais confortável, mais belo, mais apreciativo.
O útil se tornou agradável e Gennaro Ferrante descobriu o
dom de oferecer o que faltava. O reconhecimento através
do Prêmio Medalha de Ouro na 3ª Amostra de São Paulo em
30 de outubro de 1933 representou a aceitação adquirida
pela cadeira TIPO A na década de 20. A liderança nas vendas
da cadeira artesanal produzida pelas mãos de magníficos
marceneiros foi o primeiro sinal do sucesso futuro da marca Ferrante.
Anos 40
O metal apresenta o brilho e a elegância das noites de gala.
A modernidade chegou e os empreendedores sobrevivem
ao mercado a partir da ousadia. O inicio da fabricação em
série na década de 40 é o processo ideal para atender a
demanda de pedidos. O artesanal agora é saudosismo e a
experiência desperta o novo aos olhos do observador.
A Ferrante contempla o estilo perfeito com o modelo 27,
principal representante da marca na década, e aumenta a
produção embalada pelo entusiasmo do pós-guerra.
Anos 50
A era da tecnologia chegou com o boom das comunicações,
da música e dos maravilhosos modelos de automóveis.
Preservar as raízes e ousar sem perder o conservadorismo
exigido pelos clientes sempre foi um desafio superado pela Ferrante.
Os novos ares da década de 50 estimularam a criatividade das indústrias e o modelo Centenário foi o destaque da Ferrante ao reforçar o conceito de usabilidade aliada à sofisticação.
Anos 60
O Brasil alcança visibilidade mundial na década de 60 devido à
criação da capital federal imaginada pelo presidente Juscelino
Kubitschek e arquitetada por Oscar Niemeyer .A Ferrante busca
inspiração no momento histórico para lançar entre os modelos da
coleção, as cadeiras Alvorada e Bienal. Nesta época a Ferrante
inova mais uma vez. Abre mão do tradicional estilo adotado
mundialmente, desenvolve seu próprio design e acaba por
surpreender profissionais e clientes que ficam maravilhados
com as criações.
Anos 70
Os anos 70 foram um marco para a Ferrante. A empresa superou com responsabilidade e planejamento dois fatores considerados por especialistas como os maiores desafios da indústria brasileira: a presença de concorrência multinacional simultaneamente a sucessão no comando da empresa.O segmento, antes voltado às barbearias, foi reformulado e as cadeiras sofreram radical transformação. Perseverante, a empresa adaptou-se para atender as necessidades de modelos menores, leves e funcionais. Os modelos Mônaco e Montreal refletem essa nova era.
Anos 80
O mercado Unissex surgido na década de 70 consolidou -se
definitivamente nos anos 80. As mulheres agora podiam contar
com móveis Ferrante em agradáveis ambientes destinados a
oferecer o melhor à beleza feminina Os modelos Monza e Mirage,
esta exclusiva para salões femininos. atenderam as exigências
profissionais e como conseqüência a Ferrante teve pela primeira
vez, na sua história de sucesso, um modelo feminino líder de
produção.
Anos 90
As portas do Brasil se abrem à globalização. As empresas
brasileiras passam por intenso processo de ajustes estruturais
sob o impacto da estabilização de preços e da abertura econômica.
Diante da combinação de concorrentes internacionais e recessão,
a Ferrante busca aumentar a eficiência com introdução de inovações tecnológicas, melhoria dos sistemas de qualidade e especialização da produção. Enquanto as importações contaminam o mercado, a Ferrante opta por produzir no país , o que de melhor há no mundo, é lançada então, a cadeira Mondiale sob o licença de um tradicional fabricante italiano. Alternativo aos modelos anteriores, o profissional brasileiro sente o diferencial da Mondiale e fica seduzido com a modernidade e elegância do seu estilo.
Século XXI
No começo deste novo ciclo, a Ferrante é reconhecida como a melhor empresa de móveis para cabeleireiros do Brasil pela Intercoiffure, criada em 1925, com sede em Paris, que reúne mais de 2500 centros de beleza, em 40 países.
Para reforçar o êxito conquistado desde o inicio do século XX, os modelos Titânio e Astro foram os primeiros da marca Ferrante a serem apresentados na maior e mais importante feira do setor em Bologna, na Itália.
2ª parte Séc. XXI
O inicio da segunda década é marcado pela globalização. Com o acesso fácil à informação, as novidades do exterior chegam aos clientes, tornando-os mais exigentes.
A Ferrante, agora na 3ª geração, investe na exclusividade dos produtos para atender, sob medida, os anseios atuais do profissional brasileiro, que preza nossa qualidade e design, que ultrapassam gerações.
As Linhas Massimo e Urano são as novas sensações dos melhores salões do Brasil.